MUNDO CORPORATIVO
Quem não acredita no processo de Coaching, pode estar perdendo um tempo irrecuperável.
A edição do Jornal Valor desta segunda-feira traz uma matéria no caderno EU&Carreira com dados importantes, principalmente para as mulheres no Mundo Corporativo.
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Mulheres usam mais o "coaching" nas empresas
São Paulo, 13/10/2008
A grande dificuldade em conciliar o trabalho e vida pessoal e também de alcançar cargos de liderança fazem das mulheres as maiores usuárias de sessões de "coaching", uma espécie de assessoria profissional oferecida a executivos com o objetivo de ajudá-los a melhorar na carreira. Elas representam hoje 56,5% dos clientes, de acordo com a International Coach Federation (ICF).
Somente na América do Sul (58,1%), na Ásia-Pacífico (56,6%) e na África (50,5%), a maior parte dos clientes de coach são do sexo masculino, segundo pesquisa da PricewaterhouseCoopers com 5,41 mil pessoas, encomendada pela ICF. Eles são maioria porque ainda ocupam a maior parte das vagas. No Brasil.
Somente na América do Sul (58,1%), na Ásia-Pacífico (56,6%) e na África (50,5%), a maior parte dos clientes de coach são do sexo masculino, segundo pesquisa da PricewaterhouseCoopers com 5,41 mil pessoas, encomendada pela ICF. Eles são maioria porque ainda ocupam a maior parte das vagas. No Brasil, apesar de ter crescido a participação da mulher no mercado de trabalho, conforme mostra estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o mesmo crescimento não é observado quando se fala de cargos importantes, com salários mais altos, tanto no setor público quanto no privado.
Para melhorar a questão , a HP - que entre os 3 mil funcionários têm 642 mulheres e apenas 6% delas em cargos de chefia - decidiu criar um programa de "coaching" só para elas, em parceria com a BSP Career. Ainda é um teste, mas segundo a diretora do grupo de sistemas pessoais para consumo da companhia para a América Latina e responsável pelo projeto, Cristina Palmaka, o objetivo é atrair mais mulheres para processos de seleção, comunicar melhor os benefícios que já são oferecidos e, finalmente, facilitar o desenvolvimento daquelas que já fazem parte do quadro de funcionários.
Fernando Polignano, consultor da BSP Career Management e que está atuando no projeto da HP, explica que em geral as mulheres se cobram mais que os homens e lutam muito para chegarem a certos postos. "Mas, quando chegam lá, nem sempre identificam que era o que queriam, pois nunca conseguem tirar o pé do freio como imaginaram ser possível", explica. O "coaching" tem sido útil para que elas definam, portanto, o que é importante: em alguns casos a meta é crescer lateralmente na companhia para equilibrar desejos pessoais e profissionais.
As reclamações das mulheres, entretanto, em muitos casos se assemelham às dos homens. "Frustrações por estarem abaixo de chefes menos competentes e a demanda por mais tempo para ficar com a família", afirma. A diferença é que a cobrança da mulher é mais aguda. Outra "coach", a presidente da Corporate Coach U, Eliana Dutra, conta que dos 150 executivos dos quais foi "coach", cerca de 35% eram mulheres e, entre elas, somente duas reportaram que se sentiam discriminadas. "A gente fala sobre o que pode promover o crescimento e não do que o impede", diz Eliana. Segundo ela, algumas falam em discriminação, mas isso envolve outros tipos de preconceito, atingindo os feios, os gordos, os que não vestem roupas de marcas famosas, os judeus e também negros. "Já me perguntaram se eu não podia aproveitar a sessão de 'coach' com fulano para falar para ele se vestir melhor", conta. (LD)
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Um comentário:
Demais hein pai!!!
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